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EVIDÊNCIAS DE CONSERVAÇÃO DE VORTICIDADE POTENCIAL AO LONGO DA COSTA SE/S DO BRASIL A PARTIR DE DERIVADORES RASTREADOS POR SATÉLITEAssireu1,2, A.T.; Santos3, F.A.; Fragoso3, M.R.; Cruz3, L.M.M.; Pellegrini3, J.A.C.; Stech1, J. L.; Lorenzzetti1, J.A. 1Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-Av. dos Astronautas, 1758, Jardim da Granja, São José dos Campos, SP-12270000 40 derivadores posicionados via satélite foram lançados na Bacia de Santos e derivaram ao longo da costa sudeste-sul do Brasil. A alta resolução espacial (~10m) e temporal (3h) possibilitou a geração de dados com qualidade muito superiores aos até então disponíveis. 21 destes derivadores apresentaram trajetórias que correspondem ao comportamento clássico esperado para a Corrente do Brasil: trajetórias aproximadamente paralelas à linha de costa. Cinco destes derivadores, lançados no mesmo instante e posição foram analisados com um foco sobre a vorticidade potencial (VP). Os resultados indicam que suas trajetórias foram induzidas pela VP. Não se pretende dizer com isto que a CB comporta-se como um fluído inviscido, barotrópico e ausente de forçantes, mas trata-se de uma constatação de que este cenário pode ser importante para a dinâmica da CB. Análises baseadas na separação entre duas partículas, as quais determinam a evolução de uma nuvem de dispersantes, mostrou que a dispersão não pode ser descrita por modelos difusivos clássicos e indicam a importância das convergências de pequena escala em retardar a dispersão. ESTUDO DO FLUXO DA CORRENTE DO BRASIL A PARTIR DE DERIVADORES OCEÂNICOSCalil1, L. M.; Candella2, R. N.; Fragoso1, M. R. 1PROOCEANO – Av. Rio Branco, 311 sl. 1224, Centro – Rio de Janeiro - RJ, leandro@prooceano.com.br Derivadores do tipo holey-sock foram lançados pela ENI Oil do Brasil e pela PROOCEANO, entre setembro e novembro de 2007, na região da Bacia de Santos, com o objetivo de medir as correntes médias dos primeiros 20 m da coluna d’água da Corrente do Brasil, num projeto denominado Mondo. ESTIMATIVA DA DIFUSIVIDADE E DAS ESCALAS INTEGRAIS LAGRANGEANAS NA BACIA SUDOESTE DO ATLÂNTICO A PARTIR DE DERIVADORESCerrone1, B. N.; Dos Santos1, F. A.; Assireu2,3, A. T. 1PROOCEANO – Av. Rio Branco, 311 sl. 1224, Centro – Rio de Janeiro - RJ, bruna@prooceano.com.br Neste trabalho são apresentadas estimativas da difusividade turbulenta e das escalas integrais lagrangeanas na região sudoeste do Atlântico, particularmente na costa sudeste/sul do Brasil. PREVISIBILIDADE DA DINÂMICA OCEÂNICA NA BACIA DE SANTOS ATRAVÉS DE DADOS DE DERIVADORES RASTREADOS POR SATÉLITEdos Santos1, F. A.; Assireu2,3, A. T.; Marques da Cruz1, L. M. ; Fragoso1, M. R. ; Pellegrini1, J. A. C.; Cerrone1, B. N.; Freitas2, R. M.; Rosa2, R. R. 1PROOCEANO – Av. Rio Branco, 311 sl. 1224, Centro – Rio de Janeiro - RJ, francisco@prooceano.com.br O método de análise da correlação integral proposto por GRASSBERGER & PROCACCIA (1984) foi aplicado aos dados de derivadores oceânicos do Projeto MONDO visando investigar a previsibilidade da dinâmica oceânica na bacia sul/sudeste brasileira. O comportamento das curvas no espaço m-dimensional sugere a presença de um atrator relacionado à escala do raio de Rossby na região, dividindo a dinâmica em dois sub-sistemas. Um primeiro, de maiores escalas e previsibilidade e um segundo, de menor previsibilidade associado aos regimes turbulentos. A entropia calculada sugere uma previsibilidade determinística de aproximadamente 3 dias para fenômenos de escalas espaciais da ordem de 30 Km. CARACTERIZAÇÃO CINEMÁTICA E ESTATÍSTICA DOS VÓRTICES NA BACIA OCEÂNICA SE/S DO BRASIL OBTIDOS POR DERIVADORES RASTREADOS POR SATÉLITE DURANTE A PRIMAVERA DE 2007Fragoso1, M. R.; Pellegrini1, J. A. C.; Assireu2,3, A. T.; dos Santos1, F. A.; Marques da Cruz1, L. M. 1PROOCEANO – Av. Rio Branco, 311 sl. 1224, Centro – Rio de Janeiro - RJ, mauricio@prooceano.com.br Dados de derivadores oceânicos na região da Bacia Oceânica SE/S do Brasil foram analisados para quantificar e caracterizar os vórtices ali presentes durante a primavera de 2007. Os resultados indicam forte atividade de vórtices tanto ciclônicos, quanto anticiclônicos. A maioria dos vórtices possui diâmetro menor que 100km, o que indica que uma alta resolução espacial faz-se necessária para capturar a maior parte da energia associada à essas feições. Dados altimétricos foram utilizados para reforçar as análises e mostraram resultados coerentes com os dados medidos. As características cinemáticas indicam que os vórtices tendem a ter forma elíptica com semi-eixo principal alinhado com a direção nordeste/sudoeste. Algumas das informações aqui apresentadas são inéditas para essa região. |